
Rosin — calor e pressão
Rosin: calor, pressão e tempo
As três variáveis, e por que a bag errada joga metade do rendimento fora.
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Parâmetros de referência
| Input | Micragem da bag | Placa | Tempo | Rendimento |
|---|---|---|---|---|
| Flor | 90 a 120u | 88 a 99 °C | 45 a 90 s | 12 a 25 % |
| Hash / dry sift | 25 a 37u | 71 a 88 °C | 60 a 180 s | 55 a 80 % |
| Kief | 37 a 90u | 76 a 90 °C | 60 a 120 s | 40 a 60 % |
1. A bag define o teto
Bag muito aberta deixa passar material vegetal e o extrato fica escuro. Bag muito fechada
segura resina dentro. Para flor, 90u é o meio-termo clássico; para hash, quanto mais fino
melhor — o hash já é concentrado, a bag só segura o que sobrou.
Bag do tamanho certo do prensado: sobra de tecido cria caminho para a resina escapar por
onde você não coleta.
2. Temperatura: baixa para qualidade, alta para rendimento
Abaixo de 85 °C o resultado tende a cor clara e textura de manteiga, com mais terpeno
preservado. Acima de 95 °C sai mais, mais escuro e mais líquido. Não existe temperatura
certa — existe a que corresponde ao que você quer, e ela precisa estar anotada.
3. Pressão progressiva
Suba a pressão aos poucos, sentindo o material ceder. Pressão total de uma vez estoura a
bag e mistura tudo. Pré-prensar o material (deixar em formato de placa antes) melhora
o fluxo e reduz o tempo de placa.
4. Tempo e o segundo prensado
O primeiro prensado traz o melhor. Um segundo prensado, mais quente e mais longo, traz
mais rendimento e menos qualidade — muita gente separa os dois em potes diferentes. Se
você fizer isso, registre como dois runs (ou duas frações), nunca como um número só.
5. Cura
Cold cure: pote fechado, geladeira, 24 a 72 h — muda textura e estabiliza o aroma.
Whipping: bater o extrato morno até virar badder. Anote qual usou: a mesma prensa com
cura diferente entrega produtos diferentes.